No artigo XII do tratado comercial de 1810, ficou estabelecido que “os vassalos de Sua Majestade Britânica (…) não serão perturbados, inquietados, perseguidos e molestados por causa de sua religião (diga-se, Anglicana)”. Tratado entre Portugal e Inglaterra:1810

segunda-feira, 11 de março de 2013

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História
As raízes da Igreja Anglicana estão na primitiva igreja cristã surgida na Inglaterra no final do segundo e início do terceiro século da era cristã. Ali, desenvolveu-se de maneira independente formando a Igreja Celta. No final do século VI, um grupo de 40 monges liderados por Santo Agostinho de Cantuária estabeleceram-se na Inglaterra, mas nas negociações com os Celtas não obtiveram êxito em convencê-los a submeter-se às práticas e disciplinas da igreja romana. Entretanto, durante toda a Idade Média, a Igreja Inglesa está submetida à Igreja Romana. Por outro lado, por razões políticas a Igreja na Inglaterra desenvolveu características estatal, nacionalista, reclamando sempre sua independência histórica. Essa relação conflituosa culminou com Henrique VIII declarando a autonomia da Igreja da Inglaterra da tutela de Roma. No Brasil, a Igreja Anglicana, através das capelanias inglesas, chegou no ano de 1810 e, em Santos, na década de 1860 com a Missão aos Marinheiros.
Principais crenças
As crenças anglicanas estão baseadas nos Credos históricos, escritos na época da igreja indivisa, nos ensinamentos dos Pais da Igreja e na Tradição.
Personalidades de referências em Santos
Dom Glauco Soares de Lima, Dom Roger Douglas Bird e Reverendo Leandro Antunes Campos. 

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