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O perdão atrevido e criativo

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“Senhor, quantas vezes devo perdoar…?” ( Mt 18,21 ) A reflexão bíblica é elaborada por  Adroaldo Palaoro , padre jesuíta, comentando o evangelho do  24° Domingo do Tempo Comum  Ciclo A (08/09/2017) que corresponde a  Mateus 18, 20-35 . Pouca gente, mesmo entre cristãos, compreende o sentido profundo do perdão. A maioria pensa que é forma de anistia do sentimento, esquecimento, ato interno capaz de compreender o ofensor e desculpá-lo no fundo do coração misericordioso; para uns o perdão significa passar por cima de um erro ou violência; para outros, o perdão é próprio das pessoas frágeis… De fato, o perdão não se encaixa confortavelmente dentro dos padrões naturais do comportamento humano. Ele não nasce espontâneo dentro do coração do ser humano. A capacidade de perdoar a si mesmo ou aos outros é a marca registrada de uma personalidade madura. Representa considerável avanço em relação ao mais primitivo desejo de vingança, retaliação e revide. O perdão ataca, com todo