Santa Eucaristia (Português) - Domingo às 10h30 | Holy Communion (English) - 2nd Sunday 9 a.m.

domingo, 23 de setembro de 2018

Reflexão Episcopal sobre as Eleições 2018



São Paulo, 23 de setembro de 2018

Reflexão Episcopal sobre as Eleições:



Em duas semanas teremos eleições gerais no Brasil. Eu, como muitos brasileiros, estou extremamente preocupado com o futuro do nosso país. Atualmente a situação no Brasil é alarmante e bem pior do que era no passado recente. Infelizmente não vejo nenhuma luz no fim do túnel.

A violência está aumentando. Há seis meses a vereadora Marielle Franco e seu motorista foram assassinados no Rio de Janeiro e oficialmente não houve nenhum progresso na resolução do caso. Há duas semanas o candidato à presidência, Jair Bolsonaro, foi esfaqueado. Muitos dos Estados estão vivendo em uma situação semelhante a uma guerra civil com frequentes tiroteios entre grupos rivais de traficantes e a polícia. O que está acontecendo com o Brasil de paz e amor que conhecemos?

Sempre houve corrupção no Brasil (e na maioria dos países do mundo também), porém ouvimos notícias quase que diariamente sobre um novo escândalo envolvendo, não milhares de Reais, mas milhões de Reais. Infelizmente, poucos dos envolvidos são condenados.

Somos informados que a situação econômica do país é critica com o governo gastando muito mais do que está arrecadando. Isto é claramente demonstrado com a disparada do dólar, que se encontra bem acima de R$ 4,00. O que o governo está fazendo? Em vez de reduzir seus gastos com salários e outros benefícios, eles estão cortando investimentos em outras áreas, que resultou na trágica perda de uma parte preciosa da nossa história pelo incêndio que destruiu o Museu Nacional no Rio de Janeiro.

Poderia discursar longamente sobre a situação precária da saúde pública, educação, desemprego e assim por diante, porém vocês conheciam tudo isto tão bem como eu.

Fomos informados que agora com as eleições, poderemos mudar todo isto com nosso voto. Porém, quando muitos dos candidatos para os diversos cargos estão tentando se reeleger, não vejo muita possibilidade de mudança. Por outro lado, conhecemos muito pouco sobre os outros candidatos e é difícil julgar se seriam bons se foram eleitos.

Então o que podemos fazer?

Acredito como Cristãos precisamos colocar nossa fé em Deus e orar sinceramente para que Ele nos mostre candidatos honestos que procurarão o bem comum para todo povo e tentarão restaurar a justiça, paz e bem-estar para este país sofrido.

Que Deus nos abençoe e proteja.

+Roger D. Bird

sábado, 22 de setembro de 2018

Orientações para um bom exercício da cidadania, à luz da Doutrina Social da Igreja

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Queridos irmãos,
Diante das agressões, violência, intolerância, retrocessos, discriminação, e desrespeito quanto a dignidade humana e direitos humanos reitero meu integral apoio a Dom André de Witte.
Que nossos fieis Anglicanos e amigos recebam tais orientações com espírito de humildade e oração. No dizer do apóstolo Paulo: “Examinai tudo. Retende o que é bom” 1 Tessalonicenses 5.21
Santos, 22 de setembro de 2018.
Rev. Mons. Leandro Antunes Campos, corepíscopo

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DIOCESE DE RUY BARBOSA - BA
CARTA AO POVO DE DEUS SOBRE AS ELEIÇÕES 2018
“Ai daqueles que fazem leis injustas, que escrevem decretos opressores para privar os pobres dos seus direitos e da justiça” (Isaías 10, 1)
Caros irmãos e irmãs,
O ano eleitoral representa um especial desafio à nossa rede de comunidades. A esse desafio, a Igreja nos convida a dar respostas à luz da nossa fé cristã. Cada pessoa é convidada a exercer o seu direito e a cumprir o dever de dar o seu voto consciente. A Igreja não se sobrepõe à consciência de nenhuma pessoa, mas oferece critérios para o necessário discernimento nesse ano eleitoral.
A CNBB publicou vários documentos sobre o ano eleitoral. Entre eles destacamos a CARTA DO FÓRUM NACIONAL DAS PASTORAIS SOCIAIS, SETOR DA MOBILIDADE HUMANA E ORGANISMOS e a Mensagem da CNBB para 07 de setembro: A FORÇA TRANSFORMADORA DE UM POVO.
Com base nesses documentos, trazemos aqui algumas orientações para um bom exercício da cidadania, à luz da Doutrina Social da Igreja:
1- Não votar nos deputados federais e senadores que foram a favor da PEC da Morte (congelamento por 20 anos dos investimentos em políticas públicas, Emenda Constitucional nº 95/2016), à Terceirização e à Reforma Trabalhista.
2- Não votar em candidatos que ataquem os Direitos Humanos e defendam o “uso das armas” como solução para os problemas sociais. Que não defendam os valores da vida desde a fecundação até a morte natural, da família conforme o projeto de Deus, da liberdade religiosa, do respeito, da saúde, da educação, da moradia e da preservação do meio ambiente.
3 -Apoiar candidaturas que tenham uma trajetória de compromisso com as lutas por direitos do povo, propostas que apontem para a inclusão social das pessoas mais vulneráveis, pobres e excluídas; priorizem a defesa da vida humana, em todas as suas etapas, e da mãe-natureza; lutem pela igualdade de direitos entre homens e mulheres; defendam os direitos humanos, principalmente das crianças, dos adolescentes, dos jovens, das pessoas idosas e dos encarcerados; lutem pelo reconhecimento dos territórios dos Povos Indígenas, quilombolas, ciganos e comunidades tradicionais; tenham compromisso com a Reforma Agrária, habitação popular e com os direitos dos trabalhadores e trabalhadoras.
4 - Conhecer as propostas dos partidos e verificar se correspondem à visão de bem comum coerente com os valores do Evangelho.
5- Verificar se os candidatos têm clareza acerca do cargo que ocuparão e de suas funções.
6- Verificar se os candidatos estão mais preocupados com um bom marketing de sua imagem na campanha ou em apresentar propostas realistas para os grandes problemas sociais do país.
Nas eleições de outubro, devemos avaliar com seriedade cada candidato, cada candidata, suas promessas, sua campanha, as alianças de seu partido e sua atuação política passada. “O bem maior do País, para além das ideologias e interesses particulares, deve conduzir a consciência e o coração tanto de candidatos, quanto de eleitores” (CNBB, Eleições 2018: Compromisso e Esperança). Precisamos ter cuidado na escolha dos senadores e deputados, que constituem o Poder Legislativo. No Congresso Nacional e nas Assembleias Legislativas é que se votam as leis que podem ajudar ou prejudicar o povo. Anular o voto ou votar em branco favorece o pior político, enfraquece a democracia e põe em risco a oportunidade de purificar a política. A cidadania, no entanto, não se esgota no voto. É preciso continuar acompanhando os eleitos, cobrando-lhes o cumprimento de seu dever de servir o povo, através de conselhos municipais e fóruns de cidadania, entre outros.

O Papa Francisco afirma: “Envolver-se na política é uma obrigação para um cristão. Nós, cristãos, não podemos nos fazer de Pilatos e lavar as mãos. Não podemos! Devemos nos envolver na política porque a política é uma das formas mais elevadas da caridade, porque ela procura o bem comum. ”

Que Santo Antônio e nossa Mãe Aparecida intercedam junto à Trindade Santa, pelo povo brasileiro, para que possamos resgatar a democracia, vencer a tentação da intolerância e dialogar sempre para anunciar o Reino de Deus, sendo “sal da terra e luz do mundo”.


CONSELHO DIOCESANO DE PASTORAL
DOM ANDRÉ DE WITTE
Bispo Diocesano

terça-feira, 4 de setembro de 2018

O que é COREPÍSCOPO?



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Corepíscopo Leandro Antunes Campos 

Core (=coração) e Epíscopo (=bispo), i.e, aquele que está mais próximo do coração do bispo. Trata-se um título honorífico concedido por algumas Igrejas orientais e/ou ocidental equivalente ao Monsenhor (na Igreja Romana) e ao Arcediago (na Igreja Anglicana) a um presbítero por seus relevantes trabalhos em prol de uma causa (teologia, evangelismo, pastoral, caridade, justiça, ecumenismo, etc.). 


Bispo Rogério Sidaoui, primaz da OCR e do AWP para o Brasil e América Latina e o 
Corepíscopo Monsenhor Leandro Antunes Campos, OCR-AWP
OUTORGA DO TÍTULO DE COREPÍSCOPO

O reverendo Leandro Antunes Campos foi agraciado pelo bispo Rogério Sidaoui, primaz da OCR e do AWP para o Brasil e América Latina, com o título de Corepíscopo pelos relevantes serviços prestados pela causa do Ecumenismo na cidade de Santos e região por mais de uma década.


A Missão da OCR-AWP é reconhecer e fortalecer as linhas de sucessão apostólica válidas e aproximar pelo diálogo ecumênico as múltiplas igrejas de tradição cristã ortodoxa.

BREVE REGISTRO HISTÓRICO DA ATUAÇÃO 
DO REVERENDO LEANDRO

Reverendo Leandro Campos, Pr. Eduardo; Prof. Pascoal; Profa. Mª Helena Lambert;
Prof. Dr. Milton Schwantes; e Dom Jacyr F. Braido na Universidade Católica de Santos.


Reverendo Leandro Campos em Ato Ecumênico - Morro da Nova Cintra

Reverendo Leandro Campos e o Padre Valério Lopes - Igreja Ortodoxa Antioquina

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Reverendo Leandro Campos e o Padre Basílio Lima, Igreja Ortodoxa Grega,
Patriarcado de Constantinopla
Reverendo Leandro Campos e o clero franciscano do Santuário Santo Antônio do Valongo

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Reverendo Leandro Campos e clérigos das Igrejas Luterana, Batista, Presbiteriana,
Congregacional, Exército de Salvação e Assembleia de Deus - Câmara Municipal de Santos

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Reverendo Leandro Campos é afiliado ao Sínodo Brasileiro de Igrejas Cristãs

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Reverendo Leandro Campos, Padre Luciano e Pr. Otávio durante a
Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos

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Reverendo Leandro Campos, e o clero católico e luterano
Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos
Reverendo Leandro Campos, Pr. Otávio e comunidade
na Igreja Luterana de São Vicente

Reverendo Leandro Campos e o Padre Filipe - Matriz de Cubatão


Reverendo Leandro Campos em Ato Ecumênico em Cubatão

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Reverendo Leandro Campos e os pastores batistas
durante instalação do Pr. Kielce - PIB de Santos

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Reverendo Leandro Campos e Igrejas de Tradição Metodista
Quartel General do Exército de Salvação

Reverendo Leandro Campos e o Padre Antônio Maria


Reverendo Leandro Campos e o Dr. Marco Antonio Zito Alvarenga,
Membro da Comissão de Ética Pública - OAB/SP.

Reverendo Leandro Campos e o Bispo Dom Jacyr Francisco Braido

Reverendo Leandro Campos e Bispo Josué Torres

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Reverendo Leandro Campos e o Bispo Nathan Baxter,
da Diocese da Pensilvânia Central, EUA.

Reverendo Leandro Campos e o Cardeal Claudio Scherer

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Reverendos Leandro Campos e Sergio Andrade e
bispos Dom Roger Bird e Dom Glauco Soares de Lima.

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Reverendo Leandro Campos e Rogério Assis e o Cônego Kenneth Kearon,
Secretário Geral da Comunhão Anglicana

segunda-feira, 27 de agosto de 2018

Mensagem de Sua Santidade BARTOLOMEU I


 BARTOLOMEU
PELA GRAÇA DE DEUS, ARCEBISPO DE CONSTANTINOPLA-NOVA ROMA
E PATRIARCA ECUMÊNICO.

A TODO O PLEROMA DA IGREJA
GRAÇA, PAZ E MISERICÓRDIA DO ARTÍFICE DE TODA A CRIAÇÃO,
O SENHOR DEUS E SALVADOR NOSSO, JESUS CRISTO
Irmãos e irmãs, filhos amados no Senhor,
Vinte e nove anos se passaram desde que a Igreja Mãe instituiu a Festa da Indicção como o “Dia da Proteção do Meio Ambiente”. Durante todo esse tempo, o Patriarcado Ecumênico inspirou e foi pioneiro em diversas iniciativas que produziram abundantes frutos e destacaram os recursos espirituais e ecológicos da nossa tradição ortodoxa.
As iniciativas ecológicas do Patriarcado Ecumênico proveram estímulo para a teologia mostrar os princípios ecológicos da antropologia e da cosmologia cristã, bem como, promover a verdade de que nenhuma visão para a jornada humana através da história tem qualquer valor se não incluir também a expectativa do mundo como um verdadeiro “lar” (oikos) para a humanidade, particularmente em uma época em que a contínua e crescente ameaça contra o meio ambiente está repleta da possibilidade de destruição ecológica mundial. Essa evolução é conseqüência de uma específica escolha de modelo de desenvolvimento econômico, tecnológico e social que não respeita nem o valor do ser humano nem a santidade da natureza. É impossível cuidar verdadeiramente dos seres humanos e, ao mesmo tempo, destruir o meio ambiente como o próprio fundamento da vida, essencialmente minando o futuro da humanidade.
Embora não consideremos apropriado julgar a civilização moderna com base em critérios relacionados ao pecado, desejamos enfatizar que a destruição do meio ambiente, em nossa época, está associada à arrogância humana contra a natureza e a nossa relação de dominação em relação ao meio ambiente, assim como com o modelo de eudemonismo ou disposição para a ganância como uma atitude geral na vida. Por mais incorreto que seja crer que as coisas foram melhores no passado, é igualmente inadequado fechar os olhos ao que está acontecendo hoje. O futuro não pertence à humanidade – insiste-se em perseguir a busca artificial do prazer e da sempre renovada satisfação – vivendo em desperdício egoísta e provocador, ignorando os outros ou explorando injustamente os vulneráveis. O futuro pertence ao justo, à justiça, ao amor compassivo, a uma cultura de solidariedade e respeito pela integridade da criação.
Este ethos e cultura estão preservados na tradição eclesial divina e humana da Ortodoxia. A vida sacramental e devocional da Igreja experimenta e expressa uma visão eucarística na abordagem e uso da criação. Tal relação com o mundo é incompatível com todas as formas de introversão e indiferença em relação à criação, com todas as formas de dualismo que separa a matéria do espírito e mina a criação material. Pelo contrário, a experiência eucarística sensibiliza e mobiliza o crente para ações ambientalmente amigáveis no mundo. Neste espírito, o Santo e Grande Concílio da  Igreja Ortodoxa enfatizou que “nos sacramentos da Igreja, a criação é afirmada e os seres humanos são incentivados a agir como administradores, protetores e ‘sacerdotes’ da criação, oferecendo-a em doxologia ao Criador” (Encíclica, par. 14). Todas as formas de abuso e destruição de criação, assim como o seu uso como objeto de exploração, constitui uma distorção do espírito do evangelho cristão. Não é coincidência que a Igreja Ortodoxa tem sido caracterizada como a expressão ecológica do cristianismo, na medida em que é a Igreja que preservou a Eucaristia como centro de seu ser.
Consequentemente, as iniciativas ecológicas do Patriarcado Ecumênico não foram simplesmente desenvolvidas em resposta ou em reação à moderna e sem precedente crise ecológica, mas como uma expressão da vida da Igreja, uma extensão do ethos eucarístico na relação do crente com a natureza. Essa consciência ecológica inata da Igreja foi corajosamente e com sucesso declarada em face à ameaça contemporânea ao meio ambiente natural. A vida da Igreja Ortodoxa é a ecologia aplicada, um respeito tangível e inviolável pelo ambiente natural. A Igreja é um evento de comunhão, uma vitória sobre o pecado e a morte, bem como sobre a justiça própria e o egocentrismo – todos causa da devastação ecológica. O cristão ortodoxo não pode estar indiferente à crise ecológica. O cuidado da criação e  a proteção ao meio ambiente são ramificação e articulação da nossa fé ortodoxa, ethos eucarístico.
Esta consciência ecológica inata da Igreja foi corajosamente e com sucesso declarou em face da ameaça contemporânea para o ambiente natural. A vida da Igreja Ortodoxa é aplicada ecologia, um respeito tangível e intangível para o ambiente natural. A Igreja é um evento de comunhão, uma vitória sobre o pecado ea morte, bem como sobre a auto-justiça e-egocentrismo todos os quais constituem a própria causa da devastação ecológica. O crente ortodoxo não pode ficar indiferente à crise ecológica. Cuidado com a criação e proteção ambiental são a ramificação e articulação de nossa fé ortodoxa e ethos eucarístico.
É claro, então, que para contribuir e responder eficazmente ao desafio ecológico que enfrentamos, a Igreja busca identificar e investigar as questões relevantes. Nós todos sabemos que a maior ameaça ao nosso mundo de hoje é a mudança climática e suas conseqüências destrutivas, até mesmo para a nossa sobrevivência no planeta. Este tópico foi de suma importância no 9º Simpósio Ecológico, intitulado “Rumo a uma Ática Verde: Preservando o planeta e protegendo seu povo”, organizado pelo Patriarcado Ecumênico em junho passado nas Ilhas Sarônicas de Spetses e Hidra. Infelizmente, os recentes incêndios devastadores na Ática e as conseqüências iminentes dessa imensa destruição ambiental constituem uma prova trágica das opiniões compartilhadas pelos participantes do simpósio sobre a gravidade da ameaça ecológica.
Veneráveis ​​hierarcas, filhos e filhas amados no Senhor,
A cultura ecológica da fé ortodoxa é a realização de sua visão eucarística da criação, resumida e expressada na vida e na práxis da Igreja. Esta é a eterna mensagem da Igreja Ortodoxa sobre a questão da ecologia. A Igreja prega e proclama “as mesmas coisas” “em todos os tempos”, de acordo com as palavras inexpugnáveis ​​do seu Fundador e Líder, que o céu e a terra passarão, mas as minhas palavras não passarão (Lc 21:33). Aderindo a esta tradição, a Mãe Igreja convoca suas Arquidioceses e Metrópoles, bem como suas paróquias e monastérios em todo o mundo, a desenvolver iniciativas, coordenar projetos, organizar conferências e atividades que promovam a consciência e a sensibilidade ambiental, para que nossos fiéis percebam que a proteção do meio ambiente natural é responsabilidade espiritual de todos e de cada um de nós. A questão candente da mudança climática, juntamente com suas causas e conseqüências para o nosso planeta e para a vida cotidiana, oferece uma oportunidade de engajamento no diálogo dialogar baseado nos princípios de ecologia teológica, mas também uma ocasião para esforços práticos específicos. É de vital importância que se de toda ênfase às ações em nível local. A paróquia constitui a célula da vida da Igreja, lugar de presença pessoal e testemunho, comunicação e colaboração – uma comunidade viva de adoração e serviço.
Atenção especial também deve ser dirigida à organização de programas educacionais centrados em Cristo para os nossos jovens, a fim de cultivar um ethos ecológico. Instrução eclesiástica deve incutir em suas almas como “muito bom” o respeito pela criação (Gn 1:26), encorajando-os a defender e promover o cuidado e proteção à criação, a verdade libertadora da simplicidade e sobriedade, bem como o ethos eucarístico e ascético de partilha e sacrifício. É imperativo que os jovens, homens e mulheres, reconheçam sua responsabilidade pela implementação prática das conseqüências ecológicas de nossa fé, ao mesmo tempo em que vamos nos tornando familiarizados e promulgando a contribuição definitiva do Trono Ecumênico na preservação do meio ambiente natural.
Em conclusão, desejamos a todos vós um Novo Ano Eclesiástico abençoado, com abundantes benefícios em vossas lutas espirituais, invocando sobre todos vós a graça vivificante e a infinita misericórdia do Doador de todas os bens, nosso Senhor, Deus e Salvador Jesus Cristo, o Aperfeiçoador da nossa fé, pelas intercessões da Panaghia Pammakaristos, cujo honorável ícone, herança sagrada de todos os ortodoxos, reverenciamos e humildemente veneramos neste dia.
1º de setembro de 2018.
✠  Bartolomeu de Constantinopla

Tradução: Pe. André Sperandio

segunda-feira, 25 de junho de 2018

Casamento Comunitário da Prefeitura de Santos 2018




Data: 24 de outubro às 19h, Local: Clube de Regatas Vasco da Gama
Oficiante da Bênção Ecumênica Rev.º Leandro Antunes Campos (2015, 2016, 2017 e 2018)
O benefício é para quem tem renda de até dois salários mínimos (R$ 1.915,60), filhos em comum ou vive em união estável há pelo menos dois anos.
Locais para inscrição:
=> Cras Centro (Rua Sete de Setembro, 45)
=> Cras Morro Nova Cintra (Av. Santista, 655)
=> Cras Morro São Bento (Av. Nossa Senhora da Assunção s/nº)
=> Cras Alemoa (Marginal Anchieta, 218)
=> Cras Bom Retiro (Av. Nossa Senhora de Fátima, 517 - altos)
=> Cras Rádio Clube (Av. Brigadeiro Faria Lima s/nº)
=> Cras Zona da Orla/Intermediária (Praça Visconde de Ouro Preto,12)
=> Comulher: Rua XV de Novembro, 183, 2º andar, Centro

segunda-feira, 18 de junho de 2018

Diretoria Executiva da Diocese

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PRIMEIRA REUNIÃO da diretoria executiva da Diocese Anglicana no Brasil, acontecida para cumprimento estatutário e fazendo os encaminhamentos legais ao Conselho e Bispo Diocesano. Ato contínuo, o secretário de atas, Rev. André Dias, deverá encaminhar a ata para conhecimento de todos e para deliberação do Conselho da Diocese. 

Catedral Anglicana de São Paulo

Endereço: Rua Comendador Elias Zarzur, 1239 - Santo Amaro, São Paulo - SP, 04736-002
Telefone: (11) 5686-2180

Posse e Instalação da Junta Paroquial



Na Santa Eucaristia dominical de 17 de junho de 2018 aconteceu a Posse e Instalação da Junta Paroquial (Conselho Paroquial) com os seguintes componentes:
Presidente (ex-oficio): Reverendo Leandro Campos 
Guardiã Sênior: Sra. Janet Davies
Guardião Jr: Sr. Rodolfo Gomes
Secretária de Atas: Sra. Suzana Sasaki Cardoso
Secretaria Adjunta: Luciana Leone Beloto
Tesoureira: Dna. Regina Gomes
Tesoureira Adjunta: Sra. Fernanda Ataliba
Diretor de Patrimônio: Sr. Gerson Avila
Vogais : Sr. André Cardoso
Sr. José Mário
Que o bondoso Deus manifeste sua graça sobre a vida dos seus escolhidos, e que os trabalhos à frente da Igreja Anglicana de Todos os Santos sejam executados com muita oração, amor e caridade!