terça-feira, 5 de março de 2019

Estresse Pastoral

Poucos pastores desistem de seu ministério, apesar de intenso estresse que enfrentam frequentemente. Esta e outras informações foram apresentadas em uma pesquisa recente do instituto norte-americano, 'Lifeway Research'.
Cerca de 1.500 pastores foram entrevistados. O estudo foi encomendado para colher mais informações em razão do desgaste mental, emocional e físico que a atividade ministerial pode gerar.
A pesquisa constatou que, apesar dos elevados níveis de stress, "os pastores não estão deixando o ministério em massa", disse Scott McConnell, vice-presidente LifeWay Research.
84% dos pastores dizem que eles estão de plantão 24 horas por dia e 48% supostamente sentem que as exigências de seu ministério estão acima do que eles podem lidar.
"Este é um trabalho brutal", disse McConnell. "O problema não é que os pastores estão parando, mas sim que eles têm um ambiente de trabalho desafiador".
"As igrejas devem se preocupar e precisam estar fazendo o possível".
No entanto, segundo a pesquisa, os pastores dos dias atuais são relativamente estáveis; 44% têm mantido a posição de pastor sênior por mais de 10 anos.
Apenas uma pequena proporção de pastores pararam antes deste período. 2% mudaram para empregos não-ministeriais e 5% permaneceram na vida ministerial, mas mudaram para funções não-pastorais. Combinados, estes dois grupos são responsáveis por perdas conhecidas de menos de 1% ao ano.
Apesar das tensões, 92% dos pastores dizem que suas congregações regularmente dão incentivo para a família do pastor.
Experiente em trabalhar com o pastoreio de líderes cristãos, o pastor H.B. London disse: "Um pastor e sua família precisam saber que 1) a liderança está orando por eles, 2) os apoia, 3) os incentiva, e 4) reconhece o trabalho que está sendo feito. São essas são coisas que dão esperança ou uma sensação de ser querido ao pastor".

segunda-feira, 4 de março de 2019

MICHAEL WALKER EM SANTOS


Estamos em tratativas com a UK Live Session para apresentação em abril na Igreja Anglicana de Santos do músico inglês Michael Walker - filho de um reverendo anglicano.
O cantor e guitarrista Michael Walker, baseado em Leeds, no Reino Unido, se apresenta nas ruas há mais de 12 anos. Irmão do pioneiro Jonny Walker, formou-se em Artes Cênicas pela Universidade de Liverpool e começou a tocar nas ruas da cidade.
Michael é defensor dos direitos dos músicos e artistas de rua, e entre suas influências estão The Beatles, Leonard Cohen, The Smiths, Radiohead, Bob Dylan, Neil Young, The Rolling Stones, Simon and Garfunkel, Jimi Hendrix, David Bowie, Oasis, Coldplay, Nirvana, John Lennon, Carole King, Bob Marley, Pearl Jam e Pink Floyd.

domingo, 24 de fevereiro de 2019

DOMINGO DA SEXAGÉSIMA




Rev. Leandro Antunes Campos

O último domingo, 24 de fevereiro de 2019, marcou para nós Anglicanos a contagem regressiva para a Quaresma, ou seja, 60 (sessenta) dias antes da Quaresma.
Este tempo pede uma preparação para a Grande Quaresma, e esta para a Semana Santa e a Páscoa de Nosso Senhor e Salvador Jesus.
Durante este período, nós Anglicanos, destacamos três elementos da espiritualidade cristã. A Oração, o Jejum e a Caridade.
Retiramos os Aleluias e Glórias da Liturgia como um reconhecimento do período penitencial, e o reservamos para o período Pascal quando retorna juntamente com as flores e o colorido festivo.
Nada mais cristão neste período do que a reconciliação com pessoas ou grupos os quais nos apartamos por questões políticas, ideológicas e religiosas. Orar pelos inimigos, amar os inimigos, e respeitar todos que pensam diferente.
O Jejum é altamente recomendado - ele nos lembra que somos mais do que matéria, somos espírito! E, que ao exercermos o controle dos nossos apetites podemos direcionar nossos recursos e esforços para o bem comum.
A Caridade não é dar o que nos sobra... e sim, dar ao outro o que ele/ela precisa para resgatar a sua dignidade como ser humano e filho/filha de Deus.
Enfim, que toda a nossa vida fosse uma permanente QUARESMA no sentido de estarmos sempre buscando a melhor versão de cada um de nós, e que pudéssemos estar preparados a qualquer momento para a nossa derradeira Páscoa.


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Estresse Pastoral